Inteligência artificial dentro do escritório, operada pela sua equipe.
Implantação presencial de inteligência artificial na rotina de escritórios de advocacia em Belém. Sete entregas, sete encontros de sábado, e no fim vocês operam sem mim. Eu desenho, vocês montam, eu fico do lado.
Rocco Pandolfo · consultoria de implantação, não venda de software
Trabalho com um escritório por vez, presencialmente, aos sábados de manhã.
Não substituo o seu sistema de gestão processual, e não escrevo peça.
O escritório já usa inteligência artificial. O que não existe é método.
Na prática, quase sempre é assim: uma pessoa domina a ferramenta e as outras tateiam. O padrão de peça que funciona mora no chat de quem descobriu, e não no escritório. Cada um manda o documento do cliente para uma conta diferente, sem regra escrita sobre o que pode e o que não pode. E quando um cliente pergunta se o caso dele passou por inteligência artificial, ninguém tem uma resposta pronta.
Nada disso se resolve com mais uma assinatura. Se resolve com padrão escrito, rotina montada e regra assinada, usando as ferramentas que vocês já pagam.
Sete entregas, e cada uma sai do encontro pronta
Cada cliente com uma casa
Estrutura de pastas por cliente em todas as máquinas do escritório, e a ferramenta ligada direto nessas pastas. Deixa de existir "procurar o arquivo": a ferramenta passa a enxergar o caso inteiro sem ninguém reenviar nada.
O padrão de peça vira patrimônio do escritório
O padrão que hoje existe na cabeça e no chat de uma pessoa vira modelo escrito e instrução salva, com uma folha para cada pessoa da equipe. A partir daí, peça de qualquer um já sai no padrão da casa, sem segunda passada. É a entrega que devolve mais tempo, porque acaba com o retrabalho de refazer o que já estava pronto.
Uma trilha para cada pessoa da equipe
Cada um está em um ponto diferente, e treinamento igual para todos não serviria. São trilhas curtas, individuais e práticas, feitas com casos reais do escritório, não com exemplo de manual.
O relatório de andamento sem consumir um dia
Uma rotina montada de ponta a ponta: o seu sistema de gestão processual avisa o que saiu, a triagem separa o que não precisa virar aviso, e o que precisa chega em texto que o cliente entende, pronto para conferência e envio. Vocês continuam lendo e aprovando. O que sai é a digitação e a garimpagem, e o ganho é cronometrado na frente de vocês, antes e depois.
O painel de demandas e prazos
Prazo de processo, relatório a entregar e lembrete de cobrança por cliente, num lugar só que mais de uma pessoa enxerga. Inclui a triagem que decide o que vira tarefa, o que vira aviso ao cliente e o que não vira nada, que é o que impede o painel de morrer de ruído ou de vazio.
Política de uso de inteligência artificial, em uma página, assinada
Documento curto que define o que pode ir para a ferramenta, o que nunca vai, e como se confere o que sai. Serve para proteger o sigilo do cliente, dar resposta pronta quando alguém perguntar se o caso dele passou por inteligência artificial, e acabar com a necessidade de compartilhar login entre a equipe.
Termo de consentimento do cliente
Modelo pronto para a pasta de contratação de cada cliente, alinhado ao que a Recomendação da OAB sobre inteligência artificial pede: o cliente sabe que o caso dele pode passar pela ferramenta, e consente por escrito. É o que permite responder "sim, e está assinado" quando perguntarem.
Eu desenho, vocês montam, eu fico do lado
Este é o ponto do método, e não é detalhe. A configuração acontece na conta de vocês, operada por vocês, comigo ao lado corrigindo.
Sete sábados de manhã
| Quando | O que sai de lá |
|---|---|
| Encontro 1 | Fundamentos O que essa máquina é, e principalmente o que ela não é. |
| Encontro 2 | Cada cliente com uma casa A estrutura de pastas montada por vocês, nas máquinas de vocês. |
| Encontro 3 | O padrão de peça vira do escritório O que está na cabeça de um vira instrução escrita de todos. |
| Encontro 4 | Engenharia de contexto Vocês montando sozinhos, comigo só corrigindo. |
| Encontro 5 | Sessões individuais e a triagem Cada um no seu ponto, e a regra do que vira tarefa. |
| Encontro 6 | O painel e a rotina do relatório A rotina de ponta a ponta, cronometrada. |
| Encontro 7 | Erros, política assinada e prova Cada um ensina um pedaço aos outros. É a prova de que ficou. |
Dois dos sete encontros são de capacitação, o primeiro e o quarto. A razão está no método: de nada adianta o sistema montado se vocês não souberem remontar quando a ferramenta mudar. Entre um sábado e outro eu preparo o material do seguinte, e o suporte continua por um mês depois do encerramento.
O que fica de fora, dito agora
- Qualquer redação, revisão ou assinatura de peça jurídica. Isso é de vocês, e continua sendo.
- Automação de protocolo ou peticionamento, e qualquer coisa que exija a minha entrada nos sistemas processuais.
- Licenças e assinaturas das ferramentas, que ficam no nome do escritório.
- Treinamento de quem entrar no escritório depois do encerramento.
- Manutenção contínua. Quando uma ferramenta mudar meses depois, isso é serviço novo.
O que você provavelmente quer perguntar
Vocês vão ter acesso aos nossos processos e às nossas senhas?
Não. A configuração acontece na conta de vocês, operada por vocês, comigo ao lado corrigindo. Eu não preciso de acesso, não recebo cópia, não armazeno e não processo documento de cliente de vocês em conta minha. Isso deixa de ser promessa e vira arquitetura. O que eu vier a ver na tela enquanto estou do lado está coberto por dever de sigilo sem prazo, escrito no contrato.
A gente já paga assinatura de ferramenta. Isso não resolve?
Assinatura entrega ferramenta, não método. O que trava um escritório pequeno não é falta de ferramenta, é cada pessoa usando de um jeito, sem padrão escrito, sem regra de sigilo e sem rotina montada. É exatamente isso que as sete entregas resolvem, usando as ferramentas que vocês já pagam.
Vocês vão trocar o nosso sistema de gestão processual?
Não. Eu não replico software de gestão. O sistema que vocês já usam fica, e o trabalho vai para o que ele não faz.
Quanto tempo leva?
Sete encontros de sábado de manhã, ao longo de sete semanas, mais o meu preparo entre um e outro e um mês de suporte depois do encerramento. Dois dos sete encontros são de capacitação, porque de nada adianta o sistema montado se vocês não souberem remontar.
E se a gente não conseguir operar depois?
No último encontro, cada pessoa da equipe ensina um pedaço às outras. Essa é a prova de que ficou, e é o critério de entrega, não uma gentileza.
Quanto custa?
Depende do tamanho da equipe e do estado em que o escritório está hoje, e eu falo disso na primeira conversa. O que posso adiantar é que é projeto com começo, meio e fim, não mensalidade.
Me conta o que vocês já usam hoje
Na primeira conversa eu pergunto que ferramentas o escritório já paga, quem usa o quê e onde o tempo está indo. Saio de lá dizendo se a implantação faz sentido para vocês agora. Se não fizer, eu digo na hora.